A taxa média das novas operações de crédito habitação está em 2,8%, mesmo com a Euribor a 12 meses acima de 3,1%, o que ainda deixa margem de rentabilidade para quem compra para arrendar no Porto.
Apenas uma em cada três casas à venda em Portugal custa menos de 300 mil euros, segundo dados recentes do mercado, um sinal claro da subida generalizada de preços em 2026.
O preço por metro quadrado pode variar até três vezes entre a Foz e Campanhã, mostrando como o mercado imobiliário do Porto é, na verdade, um mosaico de submercados muito distintos.
O impacto da inteligência artificial nas decisões imobiliárias é um dos temas centrais do congresso idealista de setembro de 2026, e já está a mudar a forma como se compra e vende casa.
Com a Euribor em máximos do ano e a reunião do BCE marcada para 10 de setembro, muitos proprietários no Porto perguntam-se se este é o momento certo para vender.
O preço mediano da habitação no Porto ronda os 3.643€/m², entre 30% a 40% mais barato do que em Barcelona, Amesterdão ou Madrid, atraindo cada vez mais procura internacional.
Quem vende um imóvel habitacional e reinveste o valor na compra de outro imóvel para arrendamento habitacional pode ficar isento de IRS sobre a mais-valia, em determinadas condições.
A construção de habitação nova destinada a venda até 648 mil euros, ou a arrendamento até 2.300€ mensais, pode beneficiar de uma taxa de IVA reduzida de 6% em vez dos 23% habituais.
Os imóveis colocados para arrendamento com renda até 2.300€ mensais podem ficar isentos do Adicional ao IMI, uma medida que pode representar uma poupança significativa para senhorios no Porto.
A distinção entre emigrante português e não residente estrangeiro determina se paga IMT à taxa normal ou à taxa agravada de 7,5% na compra de casa no Porto.