Em 2026, jovens até 35 anos que comprem a primeira habitação própria e permanente ficam isentos de IMT e Imposto do Selo até 330.539€, e pagam taxa reduzida até 660.982€.
Desde 1 de agosto de 2026, as casas pertencentes aos bancos deixaram de poder ser financiadas a 100% e passam a seguir os mesmos limites do mercado livre, até 90% para habitação própria e permanente.
Desde 1 de agosto de 2026, o limite recomendado da taxa de esforço no crédito habitação desceu de 50% para 45%, reduzindo o valor máximo que muitas famílias conseguem pedir emprestado.
Desde 1 de agosto de 2026, o prazo máximo do crédito habitação passou a variar com a idade do mutuário: 40 anos até aos 35 anos e 35 anos a partir dessa idade, o que muda o valor da prestação mensal.
A Lei n.º 14/2026, de 27 de abril, limita o que os bancos podem exigir no seguro de vida associado ao crédito habitação, passando a cobertura por morte a ser a única obrigatória em muitos contratos.
A média de agosto de 2026 da Euribor a 6 meses fixou-se em 2,950%, a mais alta do ano, depois de a taxa diária ter estabilizado em 2,950% no dia 29 de agosto.
Campanhã continua a oferecer preços de habitação abaixo da média do Porto, com potencial de valorização reforçado pelo desenvolvimento do novo terminal intermodal e pelos projetos de reabilitação urbana em curso na freguesia.
Paranhos é conhecida pela vida universitária, mas a freguesia tem cada vez mais famílias residentes, impulsionadas pelo crescimento do polo tecnológico da Asprela, parques urbanos e uma oferta de serviços que vai muito além dos estudantes.
A Trofa tem registado crescimento populacional consistente nos últimos anos, impulsionado por novas escolas, um polo empresarial em expansão e uma ligação ferroviária direta que coloca o centro do Porto a cerca de 20 minutos.
Penafiel combina comércio local ativo, boa oferta escolar e valorização imobiliária constante, beneficiando de uma ligação direta pela A4 que coloca o centro do Porto a cerca de 30 minutos de distância.