O valor médio de construção usado no cálculo do IMI sobe de 532€ para 570€/m² em 2026, a primeira atualização desde 2023, com impacto direto no Valor Patrimonial Tributário.
Os escalões do IMT foram atualizados em 2% para 2026, o que pode reduzir ligeiramente o imposto a pagar face a 2025 para imóveis próximos dos limites de cada escalão.
Vender uma segunda habitação em 2026 tem uma tributação diferente da venda da habitação própria e permanente — veja como se calcula o imposto e que reinvestimentos podem reduzi-lo.
O coeficiente de atualização das rendas para 2027 foi fixado em 1,0224 pelo INE, permitindo aos senhorios aumentar as rendas até 2,24% a partir de janeiro.
Jovens até 35 anos que comprem a primeira casa têm isenção total de IMT até 330.539€ em 2026, e isenção parcial até 660.982€.
Domiciliar seguros, cartões de crédito ou um PPR no banco pode reduzir o spread do crédito habitação, mas nem sempre compensa financeiramente — veja como calcular se vale a pena.
A maioria dos bancos financia até 80% ou 90% do valor de avaliação da casa, mas há situações em setembro de 2026 em que é possível obter financiamento a 100% — veja quando isso acontece.
Os spreads praticados pelos bancos em Portugal variam hoje entre 0,75% e 1,60% para perfis com bom rendimento — a diferença pode significar milhares de euros ao longo de um crédito de 30 anos.
A Euribor a 6 meses, o indexante mais usado em Portugal desde 2024, subiu 0,116 pontos numa semana e chegou a 2,936% a 15 de setembro de 2026 — eis o impacto imediato na prestação.
A Euribor a 12 meses fixou-se em 3,312% a 15 de setembro de 2026, o valor mais alto desde agosto de 2024, reacendendo a dúvida entre taxa fixa e variável para quem vai comprar casa.